Direitos de seres e máquinas

May 4, 2008

O que distingue o organismo, ser ou máquina, juridicamente significante é a consciência, e a significância é dada pelo grau de consciência e pelo grau de inteligência. Um organismo sem consciência, mesmo inteligente, é um objeto, e não tem direitos, apesar de poder ter utilidade e importância. Se existe consciência mas a inteligência é baixa, pode ser necessário diminuir sua liberdade, e tomar decisões por ele, mas não é mais um objeto, adquire importância pela capacidade de ter sentimentos negativos e positivos, adquire certos direitos.

Um ser consciente e inteligente o bastante pode ter maior autonomia, liberdade e deveres, além de direitos. A autonomia, a liberdade, os deveres, e parte dos direitos são pensados em função da inteligência; outra parte dos direitos é pensada em função da consciência.

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2 Comments Add your own

  • 1. Diego  |  May 7, 2008 at 1:59 am

    Só do ponto de vista jurídico e moral consciência confere liberdade e autonomia.

    Não é uma consequência lógica (podia passar um desavisado achando que fosse)

  • 2. Jonatas  |  May 7, 2008 at 2:24 am

    Claro, é verdade… é preciso diferenciar.

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